Fui ver o Fotoblog de um amigo.
A partir de certa foto, comecei a chorar e não parei mais. Tô tão a flor-da-pele que de ver medalha de bronze, derreto. Né Baleiro. Bem menininha, mesmo. Né, Maira. Abaixo os arquétipos do macho. Se sorrir não posso mais, ao menos que eu possa chorar sem limites culturais.
Obrigado pela oportunidade, Poder, que seu blog me deu de sentir saudade do sentir saudade.
domingo, 15 de julho de 2007
quinta-feira, 12 de julho de 2007
Vendo o fotoblog de um amigo de infância, comecei a chorar ao ver certa foto e aí não parei mais até o fim da visita.
A saudade dói, todo mundo sabe, mas a saudade de ter saudade é o reumatismo das dores da alma. Dessas dores que se não são mortais, nos acompanham até a morte.
Houve tempo em que me era impossível passar mais do que cinco meses longe da minha terra e do meu povo. Era o tempo que separava os dois períodos de férias do ano. Agora já são mais de nove anos sem aparecer por lá. Nesse período casei, tive filho, fui descasado, atirado a uma mata escura e densa às margens do rio da vida.
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