Cada hora - a da separação, do reencontro, da morte e do nascimento, deve ser vivida inteira. Grávida de sentido. Pois cada momento se marcado de existência faz com que o cotidiano em vez de desperdiçado sob o véu azul [do céu] e logo rasgado pelas ilusões desfeitas, será vivido em mais modestas cores, mas com toda a grandeza da simplicidade. Cheio de grave e único sentido que cada momento nos coloca. Então, só então não haverá mais profano.
Pois eis que tudo é sagrado. Com todo cuidado, meu amor...
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Tucandeira, a dança das formigas - é de longe, entre os rituais indígenas de iniciação um dos que mais se destaca da tribo Sateré-Mawé. Trata-se de uma cerimônia ligada à iniciação masculina: quem consegue superá-la pode ser admitido na comunidade dos adultos. A dança rítmica começa com os cantos e vai até o momento em que se tem certeza absoluta de que o candidato cumpriu a prova, demonstrando toda sua coragem.
Reproduzido do blog Colorindo os Modos, da minha grande amiga Vã
