Fui ver o Fotoblog de um amigo.
A partir de certa foto, comecei a chorar e não parei mais. Tô tão a flor-da-pele que de ver medalha de bronze, derreto. Né Baleiro. Bem menininha, mesmo. Né, Maira. Abaixo os arquétipos do macho. Se sorrir não posso mais, ao menos que eu possa chorar sem limites culturais.
Obrigado pela oportunidade, Poder, que seu blog me deu de sentir saudade do sentir saudade.
2 comentários :
As vezes acho que ficar à flor da pele é uma forma de transfomá-la num casco.
Álvaro, quando li o que escreveu, sério, lembrei disso:
CHOVE
Na fonte das águas, chove.
Na fronte das lágrimas do pretérito calado.
Lavando a chuva dos olhos cansados.
Chovendo nos mares, nos mares amados."
"Deus nos concedeu a chuva para regar os campos, para tornar mais puro o ar.
Também nos presenteou com as lágrimas, para que as nossas paisagens íntimas pudessem ser regadas, e para que os ares do Espírito encontrassem a pureza."
(Texto da redação do Momento Espírita)
Sei que não tem a ver com que escreveu, nem sei porque isso me veio à cabeça.
Quanto à saudade, este é um dos sentimentos que muitas das vezes me leva às lágrimas também.
Valéria.
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