quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Orgulho



Viveu só. E morreu só. Para nunca ter que ouvir de uma mulher: eu não amo mais você.

5 comentários :

lpzinho disse...

Engraçado... sei q não deve ser o foco, mas eu penso sempre assim, a gente nasce ímpar, morre sozinho tb sem par. Mas esta do orgulho nunca tinha pensado ehhehe
Ah, em tempo.. sobre o que vc comentou, pois é... tinha um amigo que muuuuuuitos anos atrás era dono de fotolito e ele dizia todo orgulhoso de seu equipamento gigante, importado e poderoso que JAMAIS os computadores iriam substituir o trabalho que ele fazia. Nunca mais soube dele, mas na última vez que o vi, foi no trânsito. Havia fechado o fotolito e era taxista! A revolução veio, pegou td mundo de surpresa e matou quem não entendeu o que estava acontecendo. O que me chateia foi ver que MUITA gente de talento e MUITA coisa em arte e criatividade morreu nesta transição.
Abraços Álvaro querido e se cuida! Sucesso com o blog amigo!

Mafê Probst disse...

Essa frase dói tanto.

sblogonoff café disse...

Ele nunca saberá se essa frase poderia não ser dita. Ou se seria ele quem diria. Os riscos, o presente, a jornada, a vida...
A gente tem que comer de colher grande, e como diz uma música do Oswaldo Montenegro, "se puder, sem medo".

Mulher Vã disse...

Cultivar o orgulho e morrer de solidão, bela escolha!

Elga Arantes disse...

a certeza da solidão de uma vida inteira pela possibilidade de uma recusa...

recusa o risco e corre risco de ser recusado pela vida...

porque, resumindo, viver é arriscar!